Chazeh (חזה): peito – o fim do Tzimtzum
Bet. Consequentemente, existem os Kelim de Panim, o Galgalta Eynaim,
que constituem a face acima do Chazeh.
O Tzimtzum Bet não tem poder
sobre os Kelim de Panim.
domingo, 15 de abril de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
Otiot (2)
O significado da Letra Aleph
O alef, a primeira letra do alfabeto hebraico, é formado por
dois yuds (a décima letra) — um no alto, à direita, e outro embaixo, à esquerda
— unidos por um vav (a sexta letra) em diagonal. Ele representa as águas
superiores e inferiores e o firmamento entre elas, conforme ensinado pelo
Arizal (Rabi Itschac Luria, que recebeu e revelou novas percepções dentro da
milenar sabedoria da Kablalah).
A água é mencionada pela primeira vez na Torá no relato sobre
o primeiro dia da Criação: “E o espírito de D’us pairou sobre a superfície das
águas”. Naquele momento as águas superiores e inferiores eram indistinguíveis.
Seu estado é referido como “água dentro de água”. No segundo dia da Criação,
D’us separou as duas águas “estendendo” o firmamento entre elas.
No serviço da alma, a água superior é a água do júbilo, da
experiência de estar próximo a D’us, enquanto a água inferior é a água da
amargura, da experiência de estar distante de D’us.
Na filosofia judaica, as duas propriedades intrínsecas da
água são “molhada” e “fria”. A água superior é “molhada” com o sentimento de
unidade com a “exaltação de D’us”, enquanto que a água inferior é “fria” com o
sentimento de separação, de frustração por vivenciar a inerente “baixeza do
homem”. O serviço Divino enfatiza que, realmente, a consciência primordial de
ambas as águas é o senso do Divino – cada uma a partir de sua própria
perspectiva: sob a perspectiva da água superior, quanto maior a “exaltação de
D’us”, maior a união de todos em Seu Ser Absoluto. Já sob a perspectiva da água
inferior, quanto maior a “exaltação de D’us”, maior o vácuo existencial entre a
realidade de D’us e a do homem, e daí a inerente “baixeza do homem”.
O Talmud relata sobre quatro sábios que entraram no Pardês, o
pomar místico de elevação espiritual que é alcançado somente por meio de
intensa meditação e contemplações cabalísticas. O mais notável dos quatro, Rabi
Akiva, disse aos outros antes de entrar: “Quando vocês chegarem ao local da
rocha de puro mármore, não digam ‘água-água’, pois consta que ‘aquele que fala
mentiras não ficará diante de Meus olhos’”. O Arizal explica que o lugar da
“rocha de puro mármore” é onde a águas superiores e inferiores se unem. Aqui
não se pode evocar “água-água” como que estabelecendo uma divisão entre a água
superior e a inferior. “O local da rocha de puro mármore” é o local da verdade
– o poder Divino de sustentar simultaneamente dois opostos. Nas palavras de
Rabi Shalom ben Adret: “o paradoxo dos paradoxos”. Aqui a “exaltação de D’us” e
Sua proximidade com o homem se unem com a “baixeza do homem” e sua “distância”
de D’us.
A Torá começa com a letra beit (a segunda letra do alfabeto hebraico):
“Bereishit (No início) D’us criou os céus e a terra”. Os Dez Mandamentos, a
revelação Divina no Monte Sinai, começa com a letra alef: “Anochi [Eu] sou
D’us, seu D’us, que tirou vocês da terra do Egito, da casa da escravidão”. O
Midrash afirma que a “realidade superior” foi separada da “realidade inferior”,
pois D’us decretou que a realidade superior não descende, nem tampouco a
realidade inferior ascende. Na entrega da Torá, D’us anulou Seu decreto, sendo
Ele Próprio o primeiro a descer, como está escrito: “E D’us desceu sobre o
Monte Sinai”. A realidade inferior, por sua vez, ascendeu: “E Moshe se
aproximou da nuvem…”. A união da “realidade superior”, o yud superior, com a
“realidade inferior”, o yud inferior, através do vav conectivo da Torá, é o
segredo fundamental da letra alef.
Forma
Um yud em cima e um yud embaixo com um vav separando-os e
unindo-os simultaneamente. O segredo da imagem na qual o homem foi criado.
Mundos
A água superior e a água inferior com o firmamento entre
elas.
No mundo:
1. A atmosfera superior, a atmosfera inferior, o oceano e o
lençol de água.
2. Ondas de energia, a atmosfera, o ciclo hidrológico.
No corpo humano:
1. O sistema respiratório, o diafragma, o sistema digestivo.
2. O líquido da cabeça, a membrana, a umidade do cérebro.
Almas
Sentir-se próximo de D’us e distante d’Ele, com o
comprometimento com Torá e Mitzvot equilibrando estas emoções.
“O choro está enraizado em um lado do meu coração, enquanto a
alegria está enraizada no outro lado do meu coração”.
Divindade
Luz Transcendente e Luz Imanente, com a contração (tzimtzum)
e a impressão (reshimo) entre elas.
O homem em perfeita união com a Vontade Infinita de D’us.
NOME
Bois, milhar, ensinamento, mestre.
Mundos
Bois – realidade física bruta, a alma animal inferior.
Milhar – multiplicidade na Criação, “as milhares de montanhas
pastejadas pelo boi”.
O jugo do boi sendo aquiescido milhares de vezes e retornando
à unificação.
Almas
“Eu ensinarei sabedoria a você” – a raiz da alma deriva da
sabedoria de D’us.
Percepção direta da verdade Divina, ser nada.
Divindade
“Mestre do Universo”.
O “Um” Divino revelando-Se através da pluralidade da Criação.
NÚMERO
Um
Mundos
O primeiro dos números contáveis.
O começo do verdadeiro processo e a sequência dos eventos mundanos.
Conta-se “algo a partir de algo”.
Almas
“Uma nação na terra”.
A união orgânica de todas as almas.
Conta-se “algo a partir do nada”.
Divindade
“D’us é Um”: a unidade absoluta de D’us.
“Não há ninguém além d’Ele: Um, Único e Ímpar”.
Conta-se “nada a partir de algo”.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Shofar (2)
Estou em Santa Catarina para dar o Curso Introdutório de Kabbalah, o curso de iniciação na Chochmá Nistará que costumo administrar em Porto Alegre. Será um curso pocket, mas trabalharemos nos 4 níveis: Pshat, Remmez, Dresh e Sod.
A partir desse curso, fundarei aqui, nesta linda cidade, o Grupo Kadosh-Florianópolis.
A partir desse curso, fundarei aqui, nesta linda cidade, o Grupo Kadosh-Florianópolis.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
Hillulot (3)
Hilulá de Rabi Meir Ba’al HaNess
Tanaíta, quarta geração
14 de Iyar
Visite o túmulo do
Rabi Meir em Tiberíades, Israel.
Seu principal
professor foi Rabi Akiva, mas ele também foi ensinado pelo Rabi Yishmael (Talmud
de Jerusalém, Sotta 2:4), e Elisha ben Avuyah. Seus alunos mais conhecidos
foram Symmachus (Eruvim 13b), Rabi Shimon ben Elazar (Menachot
32; Talmud de Jerusalém, Moed Katan 3:1) entre outros.
335 halachot são
mencionadas no Mishná com explicações
do Rabi Meir. Ele debate com o R' Yehudah 72 vezes no Mishná, 32 vezes com R' Yose, 10 vezes com R' Shimon Bar Yochai,
uma vez com R' Yochanan HaSandlar. Ele é mencionado em várias beraitot
(leis externas à Mishná) haláchicas
no Talmud, Tosefta, Sifra, Sifri, Talmud de Jerusalém, Agadá, etc.
Ele era descendente de
prosélitos (Gittin 56a).
De acordo com o
Talmud, seu nome verdadeiro não era R' Meir, mas R' Nehorai, ou R' Measha, R'
Nechemiah (Dikdukei Soferim), e foi chamado de R' Meir ("O
Iluminador") pois "ele iluminava os olhos dos estudiosos da
Halachá" (Eruvim 13b).
Sua esposa foi uma
mulher sábia muito conhecida, Beruriah. Ela o aconselhava sabiamente quando
pessoas vis da vizinhança o perturbavam (Berachot 10a), e quando seus
dois filhos faleceram, ela lhe deu a notícia gentilmente e o confortou. (Midrash
Mishlei 31)
Ele tinha dois filhos,
que faleceram, e uma filha (Kedushin 81). Seu genro foi Zivsai (Kohollet
Rabbah 9:8).
Ele era um escriba (Eruvim
13; Gittin 67; Sotta 20a). Certa vez, ele estava em um local onde
não havia livros, então ele sentou e escreveu todo o Magillat Esther de
memória (Megillah 18b).
Ele ganhava três selahs
por semana. Ele comprava comida e bebida com um selah, roupas com o
segundo selah, e dava o terceiro a estudiosos da Torá. Quando seus
alunos lhe perguntaram o que sobraria a seus filhos, ele respondeu: "Se
eles forem justos, ocorrerá como o Rei David disse: 'Nunca vi um tzadik ser
negligenciado, e seus filhos mendigando pão'. Se não forem, por que deveria eu
sustentar os inimigos de Deus? (Kollet Rabbah 2:17).
Está dito no Talmud:
"Um Mishná anônimo [representa a opinião de] R' Meir, seguindo aquelas do
R' Akiva" (Sanhedrim 86a; Talmud de Jerusalém, Yevamot
4:11, 6b). Quase todas as suas numerosas colocações estão escritas
anonimamente, como acherim omerim ("outros dizem").
Ele foi um dos cinco
sábios ordenados pelo R' Yehydá ben Bava durante as perseguições que se
seguiram à revolta de Bar Kochva (Sanhedrim 14). Os outros sábios
incluíam R' Yechudá, R' Yose, R' Shimon bar Yochai, e R' Elazar. R' Meir havia
sido ordenado previamente pelo R' Akiva (Sanhedrim 14a). Dizia-se que,
depois que os alunos do R' Akiva haviam morrido, ele foi até "os nossos
Rabis do Sul" e os ensinou, e eles "erigiram a Torá naquela
época" (Yevamot 62b), então aqueles cinco sábios "ergueram-se
e encheram a Terra de Israel com Torá" (Bereshit Rabbah 61:3).
Ele e outros sábios
foram obrigados a deixar Erezt Yisrael ou esconder-se durante as
perseguições que se seguiram à revolta de Bar Kochvah. Ele também esteve em
Usha, onde ocorreu uma renovação nos postos de Nassi e do Sinédrio
(Sanhedrim), o qual não teve existência durante a revolta e as
subsequentes perseguições. Rabban Shimon ben Gamliel foi indicado Nassi
(Presidente do Sinédrio); Rabi Natan, av beit din (Vice Presidente do
Sinédrio); e R' Meir indicado a chacham (Sábio nas Leis da Torá) (Horayot
13b).
A certa altura, R'
Natan e R' Meir tentaram fazer Rabban Shimon ben Gamliel abdicar, mas não
tiveram êxito. Houve, também, uma tentativa de excomungar R' Meir, mas isso
também foi infrutífero (Talmud de Jerusalém, Moed Katan 3:1, 81c). Como
punição por sua oposição ao Nassi, foi decretado que todos os seus comentários
posteriores seriam escritos no Mishná
anonimamente, como acherim ("outros") (Horayot 13b).
Ele dividia suas
conferências em três partes: um terço dedicado à halachá, um terço à agadá e
outro terço à parábolas. Ele tinha 300 fábulas, que utilizava para condimentar
suas conferências e das quais pelo menos três foram preservadas (Sanhedrim
38b). Os sábios dizem que, com a morte do Rabi Meir, não mais houve criadores
de fábulas (Mishná, fim de Sotta).
Ele costumava dar
conferências toda Sexta Feira à tardinha. O Midrash conta sobre uma mulher que
certa vez assistiu a uma das suas conferências de Sexta Feira. Ela retornou à
sua casa bem tarde e as velas do Shabat já haviam se apagado. Seu marido,
furioso, exigiu saber onde ela tinha estado e ela lhe explicou que havia
assistido a uma conferência do R' Meir. Ele jurou impetuosamente que não
permitiria que ela entrasse em casa até que ela cuspisse na cara do R' Meir.
Assim que ela saiu, Eliyahu Hanavi (O Profeta Elias) apareceu diante do R' Meir
e lhe informou o que havia ocorrido, que uma mulher havia sido expulsa de sua
própria casa por sua causa. Quando R' Meir ouviu toda a história, ele saiu e
sentou-se no Beit Midrash (sala de estudos). Quando ele viu a mulher
aproximand0-se, ele fingiu que estava com um problema grave no olho:
"Sabes como curar um problema nos olhos?", ele perguntou à mulher
alarmada. "Não, não sei", gaguejou ela. "Bem, então agora,
rapidamente, cuspa sete vezes no meu rosto e isso solucionará o problema".
A mulher, confusa e perplexa, fez o que ele solicitou e cuspiu as sete vezes.
R' Meir então disse a ela: "Vá e diga ao seu marido que ele havia lhe
pedido para cuspir apenas uma vez, e que você cuspiu sete vezes!".
Os alunos, surpresos,
perguntaram ao R' Meir se a discussão do marido e da esposa tinha que ter
acabado através de tal completa degradação da honra da Torá. "Nós o teríamos
trazido aqui, chicoteado e o forçado a levar de volta para casa a sua
esposa!", eles exclamaram.
"Acaso a honra do
Meir deveria ser maior que a honra de Hashem?", foi a resposta cortante do
R' Meir. "Hashem instruiu-nos a manchar Seu Nome Sagrado na água que uma mulher
suspeita de adultério bebe, a fim de provar sua inocência e restaurar a paz de
seu matrimônio. Eu, certamente, não estou preocupado com minha honra!".
Por que ele foi
chamado de "Ba'al HaNess" (O Mestre dos Milagres)? Rabi Meir foi
casado com Beruriah, a filha do Rabi Chananiah ben Teradyon, um dos dez mártires. O governo decretou que
Rabi Chananiah e sua esposa fossem executados por ensinar Torá publicamente. E
condenaram sua filha (irmã de Beruriah) a uma vida de vergonha, colocando-a em
um bordel.
Beruriah pediu a seu
marido que salvasse sua irmã. R' Meir pegou uma bolsa cheia de moedas de ouro e
foi ao bordel disfarçado de cavaleiro romano. Quando ele descobriu que a irmã
de sua esposa havia mantido sua castidade, ele ofereceu o dinheiro como suborno
para o guarda. O guarda respondeu: "Quando meu supervisor chegar, ele
perceberá a falta de uma menina e me matará". Ao que R' Meir respondeu:
"Pegue metade do dinheiro para si e use o restante para subornar os
oficiais". O guarda continuou: "E quando não houver mais dinheiro e o
supervisor chegar, o que farei?". R' Meir respondeu: "Apenas diga:
'Deus de Meir! Responda-me!' e serás salvo". O guarda perguntou: "E
como posso ter certeza de que isso me salvará?". R' Meir respondeu:
"Veja, há cães que devoram pessoas logo ali. Eu irei lá e tu verás por si
mesmo". Ele então se aproximou dos cães e eles correram para cima dele
para lhe devorar. Então ele gritou: "Deus de Meir! Responda-me!", e
os cães recuaram. O guarda se convenceu e lhe entregou a menina. Quando o grupo
de supervisores chegou, o guarda os subornou com o dinheiro. Por fim, o
dinheiro acabou e foi revelado o acontecido. O guarda foi preso e sentenciado à
morte na forca. Eles colocaram a corda no seu pescoço e ele disse: "Deus
de Meir! Responda-me!", então a corda arrebentou, para a surpresa de
todos. Ele lhes contou o incidente, e eles foram atrás do R' Meir. O guarda foi
salvo.
A partir disso, temos
a tradição de que quando um judeu se encontra, que os Céus o proíbam, em
qualquer tipo de crise, ele faz caridade em benefício dos estudantes de Torá de
Israel, de qualquer yeshivá, e dedicam a caridade em memória do R' Meir
Ba'al Haness. Ele então deve dizer: "Deus de Meir! Responda-me! Deus de
Meir! Responda-me!", e terá o mérito da salvação da sua crise.
R' Meir foi morar na
Ásia, onde faleceu (Talmud de Jerusalém, Kelaim 9:4). Ele solicitou que
fosse enterrado em Eretz Yisrael, à beira mar, para que as águas que avançam
sobre a costa de Eretz Yisrael também batessem em seu túmulo. (Talmud
de Jerusalém, Kelaim 9:4)
Rabi Meir foi
enterrado em Tiberíades, em posição vertical. O Ari HaKadosh afirma isso no Sha'ar
HaGilgulim (Portal das Reencarnações).
Que o mérito do tzadik Rabi Meir Ba'al HaNess proteja a
todos nós, Amém.
terça-feira, 10 de abril de 2018
Sefer Ha Zohar (3)
5
Esse é o segredo das palavras: "No princípio, Elokim
criou". Esta câmara é a luminosidade a partir da qual todos os dez mandamentos
foram criados, de acordo com o significado secreto da expansão do ponto daquela
Luz Oculta. Assim, se a palavra "criou" se aplica a isso, não é
surpresa que esteja escrito "e Elokim criou o homem à sua própria
imagem".
6
A luminescência, que é AA, é o segredo de Bereshit, porque seu nome é o primeiro
de todos. O Sagrado Nome Eheyeh está
entalhado sobre os lados de AA. O nome Elokim
está entalhado na Coroa. E esse é o segredo de Asher, que é uma câmara oculta, e é o princípio da revelação do segredo
de Bereshit. A palavra Asher consiste das mesmas letras de Rosh (cabeça), mas na ordem reversa,
pois a letra Reish - que é a primeira
letra de Rosh é a última letra em Asher. Isso mostra que é o Rosh que emergiu de Resheet (princípio), que é AA.
Portanto, o princípio emergiu do aspecto da cabeça
e foi formado como um corpo sem cabeça.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
domingo, 8 de abril de 2018
Naassê Venishmá (1)
Sobre Mitzvot
Existem três tipos de mitzvot.
Mishpatim,
Edut e Chukim.
Mitzvot Mishpatim são leis morais e éticas, necessárias
para que os seres humanos convivam em harmonia, como não matar, não roubar, não
prestar falso testemunho, entre outras. Mishpatim significa “julgamentos”.
Mitzvot Edut são mandamentos de testemunho, ou seja, diante dos outros nós cumprimos
Shabat, rituais e festividades que são uma forma de declarar a nossa pertença a uma cultura de
milhares de anos.
Mitzvot Chukim são leis e mandamentos que não tem
uma lógica aparente, mas que são sentidas
e entendidas por qualquer cabalista
que já tenha, ao menos, um Partzuf primário,
o Partzuf de Keter, ou Partzuf de Nukva, que recobre o seu
corpo, e que está posicionado "diante do teu nariz e da tua boca". Mitzvot Chukim são as que nos proíbem de comer carne de porco, camarão ou peixe sem escamas, entre outras, ou as de fazer, ritualmente, o Mikvê como
um ato de purificação.
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