terça-feira, 20 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (16)

 

Com o auxílio do exemplo do anfitrião e do convidado, podemos agora compreender o que é um Zivug de Haka'a (Contato de Impacto), do qual resulta o nascimento de novos vasos de recepção da Luz Superior no lugar de Behina Dalet. Essa interação ocorre devido às investidas da Luz sobre a tela, desejando penetrar Behina Dalet.  Isso se assemelha a um anfitrião que tenta persuadir o seu convidado a comer. A força de resistência do convidado é semelhante à tela. Assim como a sua recusa em comer transforma-se em um novo vaso, o mesmo ocorre com a Luz Refletida: que se torna o vaso de recebimento ao invés de Behina Dalet, o qual desempenhava esse papel antes da Primeira Restrição.

 

Entretanto, devemos ter em mente que isso ocorre apenas nos objetos espirituais dos Mundos de ABYA, enquanto que, nos objetos relacionados às forças impuras e no nosso mundo, o Behina Dalet continua a ser um vaso receptor. Dessa forma, nem nas forças impuras nem no nosso mundo existe qualquer Luz, devido à diferença entre as propriedades do Behina Dalet e do Criador. Portanto, as Klipot (forças impuras, o "desejo de receber" a Luz sem a tela) e os pecadores são chamados de "mortos", uma vez que o desejo de receber a Luz sem a tela separa-os da Vida das Vidas, a Luz do Criador.

        

 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (15)

 

Depois da Primeira Restrição, novos vasos de recepção surgem no lugar de Behina Dalet. Eles são formados devido ao Contato de Impacto entre a Luz e a tela. Entretanto, ainda precisamos compreender de que forma essa Luz torna-se um vaso de recepção depois de ser refletida por esse vaso. Ocorre que a Luz torna-se um vaso, isto é, passa a desempenhar o papel oposto.

 

A fim de explicar isso, vejamos um exemplo do nosso mundo. O homem naturalmente respeita um "desejo de doar", mas, ao mesmo tempo, se ressente de receber sem dar nada em troca. Vamos supor que uma pessoa vai à casa do seu amigo e este lhe oferece uma refeição. Naturalmente, ele se recusaria a comer mesmo estando faminto, pois odiaria ser um recebedor que nada dá em troca.

 

Seu amigo, no entanto, começa a tentar persuadi-lo, deixando claro que ao degustar de sua refeição, ele o deixaria imensamente feliz. Quando o convidado sente que o que o anfitrião diz é verdade, ele aceita comer, uma vez que não se sente mais como um recebedor. Além disso, agora o convidado sente que doa ao anfitrião, deleitando-o com sua disposição para comer. Ocorre que, apesar da sua fome (um vaso genuíno de recepção do alimento), o convidado não era capaz nem de tocar nas iguarias até que sua vergonha fosse aplacada pela persuasão do anfitrião.

 

Agora compreendemos como surge um novo vaso de recepção. O poder gradualmente crescente da persuasão do anfitrião e da resistência do convidado, por fim, transformam a recepção em doação. O ato de receber permanece imutável: apenas a intenção foi modificada. Só a força de resistência, e não a fome (o vaso de recepção), torna-se a razão para aceitar o presente.

 

Sempre que Behina Dalet for mencionado, refere-se à Malchut, isto é, à recepção pela recepção. Há uma ação e há um motivo para essa ação. Qual o motivo para a recepção antes da Restrição? O desejo de receber prazer. Isso significa que recepção é uma ação pelo prazer de receber. Depois da Restrição, os Partzufim não utilizam o Behina Dalet: a única Luz recebida por ele é a que deriva da tela e da Luz Refletida.

O motivo para a recepção, que existia antes da Restrição, ainda permanece depois dela, pois é impossível receber sem o desejo e o empenho por algo. Ainda assim, esse motivo não é suficiente para a recepção: ela deve ser acompanhada de um motivo adicional, isto é, da intenção de doar.

 

Malchut está pronta para renunciar aos seus prazeres animais: ela realiza a Restrição sobre eles e recebe apenas porque esse é o desejo do Criador. De acordo com isso, a recepção com o propósito de doar parece diferente. O ato de receber não ocorre pelo primeiro motivo, mas pelo segundo: receber pelo propósito de doar. Entretanto, o primeiro motivo deve acompanhar o segundo, pois se não há desejo de receber prazer, como será possível sentir prazer?

 

Por exemplo: Temos o mandamento de desfrutar da refeição de Shabat, mas, se não há fome, como é possível receber prazer ao comer? Por isso, a primeira restrição, o "desejo de receber" deve permanecer (ainda que ele seja incapaz de receber devido à vergonha), mas apenas na presença do motivo adicional: o "desejo de doar".

 

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (14)

 

 


A fim de salvar a Criação de tal isolamento do Criador, ocorreu o Tzimtzum Aleph (TA, a Primeira Restrição) que separa Behina Dalet dos objetos espirituais. Isso se deu de tal forma que o "desejo de receber" tornou-se um espaço sem Luz. Depois do Tzimtzum Aleph, todos os objetos espirituais passam a ter uma tela no seu vaso-Malchut a fim de evitar o recebimento da Luz no interior de Behina Dalet.

 

No momento em que a Luz Superior tenta penetrar a Criação, a tela rejeita-a. Esse processo é chamado de Impacto (Haka'a) entre a Luz Superior e a tela. Devido a esse impacto, a Luz Refletida eleva-se e veste as 10 Sefirot da Luz Superior. A Luz Refletida, vestida na Luz Superior, torna-se um vaso ao invés de se tornar o Behina Dalet.

 

Depois disso, Malchut expande-se de acordo com a altura da Luz Refletida e propaga-se para baixo permitindo, assim, que a Luz a penetre. É dito que a Luz Superior veste-se na Luz Refletida. Isso é chamado de "Rosh" (cabeça) e "Guf" (corpo) de cada nível. O Contato de Impacto da Luz Superior com a tela causa a elevação da Luz Refletida. A Luz Refletida veste-se sobre as 10 Sefirot da Luz Superior formando, com isso, as 10 Sefirot do Rosh.

 

As 10 Sefirot do Rosh ainda não são os vasos verdadeiros: elas apenas atuam como raízes. É somente depois que Malchut, a Luz Refletida, propaga-se para baixo que a Luz Refletida retorna ao interior dos vasos para a recepção da Luz Superior. Então as Luzes vestem-se nos vasos, chamados de "corpos" desse nível específico. Os vasos verdadeiros e completos são chamados de "corpos".

 

A Criação foi formada sendo absolutamente egoísta. Além disso, de acordo com essa propriedade, ela encontra-se tão distante do Criador quanto possível. A fim de ajudar a Criação a sair desse estado, o Criador incutiu em Malchut o desejo de realizar o TA, isto é, separar Behina Dalet de todo Behinot puro, deixando-o totalmente vazio em um espaço sem preenchimento.

 

No seu caminho em direção à Criação, a Luz Superior (Ohr Elyon) colide com a tela, que está à frente do desejo de receber prazer do Behina Dalet e a qual rejeita completamente a Luz. Esse fenômeno é definido como uma interação pelo impacto entre a Luz Superior e a tela, chamado de "Haka'a" (impacto). A Luz Refletida, dividida em 10 partes (Sefirot) pela tela, veste-se na Luz Superior dividindo-a, por sua vez, em 10 Sefirot. A combinação das 10 Sefirot da Luz Refletida e as 10 Sefirot da Luz Superior forma o Rosh (cabeça) do Partzuf (objeto espiritual).

 

Dessa forma, a Luz Refletida, ou seja, o desejo de devolver ao Criador todo o prazer que a pessoa recebe Dele, torna-se a condição para o recebimento desse prazer, isto é, o vaso de recepção (Kli de Kabbalah) ao invés de Behina Dalet. Behina Dalet é incapaz de receber prazer sem a tela devido aos seus desejos egoístas. Vemos que a tela pode mudar sua intenção de egoísta para altruísta, transformá-lo no "desejo de receber" pelo prazer do Criador. Só depois que a Criação constrói essa intenção, a Luz Superior pode expandir-se no interior do vaso e vesti-lo nos Kelim-desejo formados pela Luz Refletida.

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (13)

 

 Assim como todos os objetos materiais estão separados uns dos outros pela sua distância no espaço físico, os objetos espirituais também estão separados uns dos outros devido à diferença nas suas propriedades interiores. Algo semelhante pode ser visto em nosso mundo. Por exemplo: dois homens têm opiniões semelhantes, eles simpatizam um com o outro e nenhuma distância pode influenciar na empatia que existe entre eles. Entretanto, quando suas opiniões divergem, eles se odeiam e nenhuma proximidade física poderá uni-los.

 

Portanto, a semelhança de opiniões aproxima as pessoas, enquanto que as diferenças as separam. Se a natureza de uma pessoa for absolutamente oposta à natureza de outra, então, elas estão tão distantes entre si quanto o leste é do oeste. O mesmo ocorre nos Mundos Espirituais: distanciar-se, reaproximar-se, unificar-se - todos esses processos ocorrem apenas de acordo com as diferenças ou semelhanças entre as propriedades internas dos objetos espirituais. A diferença de propriedades os separa enquanto que a semelhança os aproxima.

 

O "desejo de receber" é o elemento principal da Criação: ele é o vaso necessário para a realização do Propósito contido no Pensamento da Criação. Esse é o desejo que separa a Criação do Criador. O Criador consiste apenas no "desejo de doar": Ele não possui qualquer traço do "desejo de receber". É impossível imaginar um contraste maior que este: entre o Criador e a Criação, entre o "desejo de doar" e o "desejo de receber".

 

O local Espiritual significa que as propriedades da pessoa estão em um dos 125 níveis da Escada Espiritual. Com isso, entende-se que a noção de "local" significa qualidade, propriedade, medida de correção. Mesmo em nosso mundo, a proximidade espacial não faz com que duas personalidades diferentes fiquem mais próximas: apenas a semelhança nas suas propriedades, pensamentos e desejos pode atravessar o abismo existente entre elas. Por outro lado, a diferença de propriedades, pensamentos e desejos afastam esses objetos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (12)

 

É preciso que a pessoa compreenda que a essência de cada vaso e de toda a Criação é apenas o "desejo de receber". Nada que esteja fora do âmbito desse desejo possui qualquer relação com a Criação, pois se refere ao Criador. Mas, então, por que consideramos o "desejo de receber" como sendo algo grosseiro, repugnante e que necessita de correção? Somos instruídos a "purificá-lo" com a ajuda da Torá e dos Mandamentos, do contrário, não seremos capazes de alcançar o verdadeiro propósito da Criação.

 

O desejo de receber prazer foi formado pelo Criador e, portanto, não está sujeito à mudança. O homem pode apenas escolher o quanto de um desejo ele é capaz de utilizar agora e "para o benefício de quem". Se cada um dos seus desejos for utilizado apenas para o seu próprio benefício, então, isso corresponde ao egoísmo ou "impureza espiritual".  Se o homem tem a intenção de utilizar os seus desejos para receber prazer ao mesmo tempo em que satisfaz o Criador, então, ele deve escolher apenas aqueles desejos com os quais realmente possa fazer isso.

 

Portanto, ao desejar agir de forma altruísta, o homem deve, primeiro, discernir que tipos de desejos podem ser utilizados para receber prazer a fim de que este retorne ao Criador. Somente então ele poderá começar a preenchê-los com prazer. Todos os desejos do homem são desejos de Malchut. Eles são divididos em 125 partes chamadas "níveis". Ao utilizar desejos egoístas cada vez maiores (pelo Criador), o homem gradualmente ascende espiritualmente. O uso de todos os 125 desejos individuais de Malchut é chamado de "a correção completa do egoísmo".

 

Por vezes, é mais conveniente dividir os desejos de Malchut em 620 partes do que em 125. Essas partes do desejo, ou melhor, seu uso pelo Criador, são chamados de "Mandamentos", ações pelo Seu prazer. Ao realizar essas 620 ações, Mandamentos, o homem ascende ao mesmo 125º nível.

 

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (11

  

 

Agora podemos compreender a diferença entre o Espiritual e o Material. Se o "desejo de receber" alcançou o seu desenvolvimento final, ou seja, alcançou o estado de Behina Dalet, ele é chamado de "material" e pertence ao nosso mundo (Olam Hazeh). Se o "desejo de receber" ainda não alcançou o seu desenvolvimento final, então, esse desejo é considerado espiritual e corresponde aos quatro Mundos de ABYA, que estão acima do nível do nosso mundo.

 

Você deve compreender que todos os ascensos e descensos nos Mundos Superiores não são, de forma alguma, um movimento que ocorre em um espaço imaginário, mas apenas a mudança na magnitude do "desejo de receber". O objeto mais distante de Behina Dalet está no ponto mais alto. Quanto mais próximo um objeto está de Behina Dalet, mais baixo é o seu nível.

 

Aqui, o nome "Olam Hazeh" refere-se ao Mundo de Assiyá.

 

Em Behina Dalet, o "desejo de receber" está completamente formado. Este é o desejo de apenas receber sem dar nada em troca. De modo algum os ascensos e descensos no Mundo Espiritual referem-se a uma noção espacial, eles falam apenas sobre a diminuição ou o aumento de semelhança das propriedades interiores do homem em relação às do Criador.

 

Se compararmos isso ao nosso mundo, então, o ascenso pode ser imaginado como uma explosão de alegria e bom humor, enquanto que o descenso seria um humor sombrio. Entretanto, estamos falando sobre semelhança de propriedades, em que o humor apenas acompanha a realização da ascensão espiritual. Na Cabalá, todas as ações referem-se aos sentimentos interiores do homem.

 

Depende do próprio homem decidir qual das suas propriedades ele deve utilizar. O que realmente importa é com quanto egoísmo o homem trabalha nesse momento e "para quem", isto é, pelo Criador (que caracterizaria um ascenso) ou para si mesmo (que corresponderia a uma queda). É importante a forma com que ele utiliza o seu egoísmo e em qual direção.

 

domingo, 4 de outubro de 2020

Três conceitos essenciais da Kabbalah (10i)


A noção de "tela" retém a diferença entre o material e o espiritual. Receber prazer sem a tela equivale a qualquer prazer egoísta comum em nosso mundo. A questão é preferir os prazeres espirituais em detrimento dos materiais e, ao desenvolver a tela, receber o prazer eterno que é destinado a nós de acordo com o Pensamento da Criação.

 

Entretanto, a tela só pode surgir com a influência da Luz do Criador sobre o desejo egoísta do Kli. No momento em que o Criador Se revela ao homem, suas dúvidas sobre a quem se destina seus esforços desaparece no mesmo instante. Portanto, todo o nosso trabalho resume-se a uma única coisa: sentir o Criador.

 

Para superar qualquer nível de ocultação, o homem deve adquirir as propriedades daquele nível. Ao fazê-lo, ele "neutraliza" a restrição e atrai sobre si a influência do nível oculto de forma que a ocultação se transforme em revelação e recepção.

 

Por exemplo, vamos imaginar uma pessoa cujas propriedades pertençam, todas, ao nosso mundo. Suas propriedades são tão brutas que ela se encontra sob a influência da ocultação de todos os cinco mundos. Se suas propriedades se tornam semelhantes àquelas do Mundo de Assiyá, devido à correção, então, esse mundo deixa de ocultar-lhe a Luz do Criador, o que significa que essa pessoa ascendeu espiritualmente ao nível de Assiyá.

 

Uma pessoa cujas propriedades e sensações já são de Assiyá sente a ocultação do Criador no nível do Mundo de Yetzirá. Ao corrigir suas propriedades de acordo com aquelas do Mundo de Yetzirá, ela neutraliza a ocultação da Luz do Criador nesse nível e passa a senti-Lo no nível de Yetzirá. Ocorre que os Mundos são as telas que ocultam o Criador de nós. Entretanto, quando o homem coloca uma tela, semelhante a esses níveis, sobre o seu egoísmo, ela revela a porção da Luz do Criador que essa tela, esse Mundo, estava ocultando.

 

Aquele que se encontra em determinado nível espiritual sentirá a ocultação deste nível e do nível logo acima, mas não daqueles abaixo. Portanto, se o homem está no nível da Sefirá de Chessed do Partzuf ZA do Mundo de Beriá, então, desse nível para baixo, todos os Mundos, todos os Partzufim e todas as Sefirot já fazem parte dele no seu estado corrigido. Esses níveis pelos quais ele passou, são níveis de revelação para ele: ele absorveu seu egoísmo, corrigiu-o com a ajuda da tela e, assim, revelou o Criador nesse nível.

 

Entretanto, o Criador ainda está oculto dele em todos os níveis mais elevados. No total, existem 125 níveis entre o nosso mundo e o Criador: cinco Mundos contendo cinco Partzufim, e cada Partzuf contendo cinco Sefirot.

 

O mais importante é dar o primeiro passo para dentro do Mundo Espiritual, pois, depois disso, tudo se torna muito mais simples. Todos os níveis assemelham-se entre si, a única diferença entre eles reside na qualidade, não na forma. O Mundo de Adam Kadmon consiste de cinco Partzufim: Keter (Galgalta), Chochmá (AB), Biná (SAG ou Abba ve Ima, ou AVI, sua abreviatura), ZA (às vezes chamado de Kadosh Baruch Hu ou Israel) e Malchut (Shekiná, Leah, Rachel).

 

Em cada nível espiritual, o homem muda o seu nome, por assim dizer: conforme o lugar em que se encontra no momento, ele é chamado de Faraó, Moshe (Moisés) ou Israel. Todos esses nomes pertencem ao Criador, aos níveis de recepção do Criador pelo homem. Via de regra, os livros cabalísticos são escritos por cabalistas que já atravessaram todos esses níveis de correção.

 

Esses níveis não são níveis de correção, mas de recebimento individual e contato pessoal com o Criador. Eles não são estudados e pertencem aos assim chamados "Segredos de Torá" (Sodot Torah) transmitidos como dons àquele que se corrigiu completamente. Diferente desses, os níveis de correção pertencem aos “Sabores de Torá” (Ta'amey Torah), que devem ser estudados para serem recebidos.

 

A transmissão do conhecimento cabalístico é a transmissão de Luz. A transferência de propriedades de um nível espiritual mais alto ao mais baixo é chamada de "descenso" ou "influência" e, de um nível mais baixo a um mais alto chama-se "pedido", "oração", MAN. A conexão existe apenas entre dois Partzufim adjacentes, um acima do outro. Não há comunicação possível entre dois níveis descontínuos. Cada nível superior é chamado de Criador em relação ao mais baixo: sua relação com o nível mais baixo pode ser comparada à proporção do Universo em relação a um grão de areia.

 

Shamati (137)

    137. Zelofeade estava coletando madeira (Ouvi em Tav - Shin - Zayin , 1946-1947)   Zelofeade estava coletando madeira. O Zohar i...